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terça-feira, 18 de maio de 2010

BOA POLíTICA

O ritmo de fuga dos certificados de aforro acelerou, em Abril. Em apenas um mês, os portugueses retiraram deste produto de poupança do Estado um total de 128 milhões de euros, sendo que as novas subscrições ficaram-se pelos 46 milhões, de acordo com os dados do IGCP.

O saldo entre resgates e novas subscrições foi, assim, negativo em 82 milhões de euros. Há mais de um ano e meio que não se observava um balanço líquido tão negativo, que é explicado não só pelo elevado volume de resgates, mas também pela reduzida entrada de novo capital neste produto.

O baixo nível da remuneração dos certificados continua a justificar a saída de investidores. Em Abril, a taxa aplicada a este produto de poupança foi a mais baixa de sempre, fixando-se nos 0,794%, um reflexo da queda da Euribor a três meses, que serve de indexante à remuneração dos certificados.

2 comentários:

Nunes da Cruz disse...

Uma pergunta inocente e por certo descabida: por que é que o Estado não aproveita finaciar-se, por muito pouco que seja, através dos Certificados de Aforro, aumentando-lhes substancialmente a taxa de juro mas sendo mesmo assim muitíssimo mais baixa do que a que suporta no estrangeiro?

Manel disse...

Uma das razões , na minha modesta opinião , ou melhor a principal razão tem por nome próprio "teimosia" e por apelido "teixeira dos santos".