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terça-feira, 12 de outubro de 2010

ÁS ARMAS


miguel.costanunes@economico.pt

O ministro da Defesa, Augusto Santos Silva, garantiu ontem após a visita ao hospitais do Lumiar
e da Estrela, onde já funcionam serviços militares conjuntos, que a resistência à reforma
da saúde militar está debelada.
E fez um balanço “muito positivo”, por estar convencido que os serviços conjuntos previstos
serão criados até ao final do ano.
Resistências? “Pelo contrário.Tenho encontrado evidentemente perplexidades e ansiedades,
até aqui e ali alguma tentativa de meter grãozinhos na engrenagem, mas do ponto de vista de quem conta, que são o Estado Maior General das Forças Armadas (EMGFA) e os ramos representados pelos respectivos chefes, tenho contado de todos sem excepção com toda a colaboração e com todo o empenhamento”, disse o ministro.
“Tenho seguido com muita atenção reuniões e documentos que vão sendo produzidos a propósito da saúde militar,e entendi que a melhor maneira que tinha de responder a algumas ansiedades, preocupações
e algum medo que também compreendo, era fazer a demonstração prática de que as coisas se fazem”,
O governante nomeou os apoios que tem recebido das lideranças militares: “A grande
ajuda que tenho tido neste processo, é justamente a colaboração de todos os chefes militares.
E, através de todos os chefes militares, do EMGFA”.  E congratulou-se por terem sido cumpridos os primeiros prazos desta reforma que tem a “capacidade conjunta” como ideia-chave e a “qualidade dos
cuidados de saúde” como prioridade.
“Faço um balanço muito positivo porque em termos simples o meu despacho foi cumprido e portanto, os serviços hospitalares conjuntos que tinham que ser constituídos até ao passado dia 30 de Setembro estão constituídos e a funcionar”, disse.
“Dezanove das três dezenas de serviços hospitalares podem ser organizados como serviços conjuntos e são esses que são organizados como serviços conjuntos”.
“O móbil, o racional e a ideia inspiradora da reforma da rede hospitalar das forças armadas é
esta e apenas esta: criar condições para melhorar a assistência hospitalar aos militares das forças
armadas e aos familiares dos militares portugueses”, concluiu
o ministro. ■

NOTA: Está-se a ver o cavalheiro preocupado com a nossa saúde e a das nossas famílias, não está? O homem nem dorme, coitado!!!!!

SUB-NOTA: Se isto é verdade então temos de pedir aos nossos Chefes que nos digam o que andam a fazer, pois será certamente contra nossa vontade

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