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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

COISAS BOAS

Uma forma de colaboração entre o Instituto de Museus e Conservação (IMC) e a Igreja Católica para que os bens móveis – que são classificados e que pertencem às dioceses – possam “ser estudados, trabalhados, conservados e restaurados” – disse  D. Carlos Azevedo, membro da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais sobre o protocolo assinado entre a referida comissão e o IMC.
Sempre que um “parecer técnico” seja necessário, a Igreja recorre a esta instituição estatal. As instituições estatais “não têm meios económicos” para ajudar no estudo e no restauro, mas “têm meios técnicos” .
Em Lisboa, no Museu Nacional de Arte Antiga  foi assinado um protocolo de cooperação nesta área entre a Igreja Católica e o Instituto de Museus e Conservação. Para que “finalmente, possamos pôr cobro a tantos atentados contra o património que são feitos ao restaurar peças” – sublinhou D. Carlos Azevedo.
Se as dioceses, irmandades e as diferentes entidades religiosas puderem pedir um parecer técnico – “antes de proceder ao restauro” – seria um modo “eficaz de salvaguardar melhor o património”
O acordo assinado é uma consequência do caminho feito entre várias entidades estatais e a Igreja Católica. No entanto o acordo “não vai, infelizmente, pôr cobro a alguns atentados patrimoniais porque compete ao bispo de cada diocese e ao pároco de cada comunidade vigiar sobre o respectivo património”.
O passo estabelecido esta Quarta-feira, 6 de Outubro, visa o compromisso dos órgãos do Estado, dentro das suas disponibilidades e quando for solicitado, “numa consultoria científica e técnica”. O protocolo assinado terá dois anos de vigência mas “vem culminar um trabalho de décadas”

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