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terça-feira, 5 de outubro de 2010

CORTE NA DESPESA?


FERREIRA FERNANDES

Hoje
Ele é vogal de uma dessas entidades reguladoras portuguesas - insisto, não é ministro de país rico, é um vogal de entidade reguladora de país pobre - e foi de Lisboa ao Porto a uma reunião. Foi de avião, o que nem me parece um exagero, embora seja pago pelos meus impostos. Se ele tem uma função pública é bom que gaste o que é eficaz para a exercer bem: ir de avião é rápido e pode ser económico. Chegado ao Aeroporto de Sá Carneiro, o homem telefonou: "Onde está, sr. Martins?" O Martins é o motorista, saiu mais cedo de Lisboa para estar a horas em Pedras Rubras. O vogal da entidade reguladora não suporta a auto-estrada A1. O Martins foi levar o senhor doutor à reunião, esperou por ele, levou-o às compras porque a Baixa portuense é complicada, e foi depositá-lo de volta a Pedras Rubras. O Martins e o nosso carro regressaram pela auto-estrada a Lisboa. O vogal fez contas pelo relógio e concluiu que o Martins não estaria a tempo na Portela. Encolheu os ombros e regressou a casa de táxi, o que também detestava, mas há dias em que se tem de fazer sacrifícios. Na sua crónica nesta edição do DN, o meu camarada Jorge Fiel diz que o Estado tem 28 793 automóveis. Nunca perceberei por que razão os políticos não sabem apresentar medidas duras. Sócrates, ontem, ter-me-ia convencido se tivesse também anunciado que o Estado passou a ter 28 792 automóveis.

 NOTA: Cortar, nem pensar.O Senhor em causa precisa é de outro carro para os impedimentos

E, a propósito, o acidente com o Super-polícia na Av. da liberdade.Quem pagou os 2 carros?

3 comentários:

Anónimo disse...

Quantos Martins fazem isto. Quase todos

E aposto que este vogal, já descoberto, vai continuar no lugar e fazer isto outra vez, além de mandar o Martins fazer compras com a mulher(do gestor)

Anónimo disse...

Nem os Sheikes das Arábias,são tão
pomposos e despesistas.
Alberto Guerreiro.

Anónimo disse...

Quanto ao super qualquer coisa entra no campo de não saber diferenciar entre responsabilidade e culpa. Bem pode falar o PR. Em qualquer pais civilizado teria sido demitido pois tinha de assumir a responsabilidade pelas gravissimas infrações de transito cometidas pelo condutor.